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Seja como for , a Terra vai prevalecer e com o tempo se recuperar. A Terra tem todo o tempo do mundo e a gente não !

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Seis Razões para se Plantar Árvores

POR QUE PLANTAR ÁRVORES ? A solução para a maioria dos problemas ambientais do planeta terra depende da revegetação arbórea das superfícies continentais.

1 – PORQUE  elas retém muito mais água da chuva. Esta água evapora-se lentamente, sendo parte importante nos processos de formação de novas chuvas e do equilíbrio térmico do planeta. Por outro lado, devido às raízes profundas das árvores, infiltra-se mais profundamente no solo  alimentando os lençóis subterrâneos e as nascentes de riachos e rios.

2 – PORQUE  suas raízes, tanto as superficiais como as profundas, mantêm firme o solo, impossibilitando a erosão. As matas ciliares protegem os barrancos dos rios. A matéria orgânica acumulada, e as plantas rasteiras, filtram o excesso de terra e areia escorridas das partes altas, preservando os leitos dos rios do “assoreamento”.

3 – PORQUE  absorvem uma maior quantidade de gás carbônico. A massa verde medida em metros cúbicos de uma floresta, por exemplo, é bem maior que a área verde de um pasto ou de uma plantação de cereal.

Por isto, as árvores diminuem o efeito estufa e o aquecimento global. Por outro lado, a maior massa verde das florestas produz mais oxigênio, mantendo-o em níveis normais na atmosfera.

4 – PORQUE  das árvores e das plantas menores que vivem à sombra delas os seres humanos podem extrair—através de manejos sustentáveis em florestas produtivas—e produzir—através de projetos agro-florestais—alimentos, matérias primas e artefatos  que podem  substituir outros iguais provindos de solos desnudados por muitos meses do ano.

5 – PORQUE  nas áreas geográficas onde o homem retirou a vegetação nativa substituindo-a por construções e plantações não-permanentes, a energia solar transforma-se rapidamente em grande quantidade de calor. Este calor excessivo tarda a se converter em raios infra-vermelhos e a se escoar para o espaço. O resultado é mais uma causa que incrementa a temperatura média da atmosfera e das superfícies sólidas e líquidas do planeta.

6 – PORQUE  as florestas nativas e as árvores e plantas permanentes formadas por técnicas modernas de agro-silvo-cultura mantêm a biodiversidade dos seres vivos de nosso planeta.

Hora do Planeta – O mundo todo junto nesse movimento

earth-hour Ocidente e Oriente se unem na Hora do Planeta. O ato simbólico mundial de apelo contra o aquecimento global obteve respostas de todos os cantos do planeta. Um número recorde de 538 cidades e povoados de 75 países se comprometeram a apagar as luzes às 20h30 em 28 de março durante a Hora do Planeta 2009.
Ícones do Oriente, como o Merlion de Cingapura, o show Sinfonia das Luzes, em Hong Kong, e a Nova Torre Mundial Hong Kong, em Xangai - irão se juntar a alguns dos monumentos mais famosos do Ocidente, entre eles a Torre Eiffel, em Paris (França), a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o Grande Cassino MGM, em Las Vegas (EUA), durante o apagão de alerta contra o aquecimento global.Em 2007, a Hora do Planeta foi realizada em uma única cidade, Sidney. No ano seguinte, o número de cidades alcançou o pico de 371. Faltando ainda seis semanas para a Hora do Planeta 2009, a iniciativa já conta com mais da metade do número de cidades esperadas.
“As adesões ao movimento no Brasil estão crescendo a cada dia e esperamos que outras cidades além do Rio de Janeiro também anunciem em breve sua participação oficial nesse ato simbólico”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
Você pode acompanhar a adesão de outras cidades e países pela página oficial da campanha. A Hora do Planeta já está em nosso Calendário Ambiental e você pode conferir essa e outras datas de campanhas e ações atráves do mesmo.O crescimento desde 2007 desse movimento demonstra como a preocupação com o aquecimento tem aumentado em todo o mundo. Ainda mais agora com a crise econômica e o presidente Obama fazendo todas as modificações em prol de um páis mais limpo, sustentável e eficiente. E que em 2010 o mundo apague na Hora do Planeta.

Lista de vídeos, filmes e documentários ambientais.

FILMES

2008• Le Monde Selon Monsanto 2h26min (francês)
2005• Quem Alimenta o Mundo 1h35min (português)
2005• O Pão Nosso de Cada Dia 1h32min (português)
2004• O Futuro do Alimento 1h29min (português)
2004• A Vida Fora de Controlo 1h34min (português)
2003• Le Génie Helvétique 1h26min (francês)
1999• De Mão Posta nos Genes 53min (português)


DOCUMENTÁRIOS
2007• TranXgenia - A História da Lagarta e do Milho 36min (português)
2007• Brevet pour le Porc 45min (francês)
2007• A Disaster in Search of Success - Bt Cotton in Global South 50min (inglês)
2007• The Dying Fields 51min (inglês)
2005• Genetically Modified Food - Panacea or Poison? 53min (inglês)
2005• Transgénicos - A Manipulação dos Campos 23min (português)
2005• A Silent Forest 46min (inglês)
2004• A Guerra das Culturas Transgénicas 46min (português)
2004• La Poderosa Agricultura Europea 59min (castelhano)
2004• Bt Fiasco in India 30min (inglês)
2004• Corporate Agriculture - The Hollow Men 45min (inglês)
2002• Fedup 57min (inglês)
2002• Qué Comemos Hoy? 51min (castelhano)
2000• Transgénicos - Serão Seguros? 49min (português)  


ALTERNATIVAS
2008• Homegrown Revolution 2min (inglês)
2007• Biosfera - Biodiversidade Agrícola 43min (português)
2007• Planeta Verde - Agricultura Biológica 4min (português)
2006• Guerre et Paix dans le Potager 1h41min (francês)
2005• Pesticides... Non Merci! 47min (francês)
2004• Alternative Agriculture 45min (inglês)
2001• El Rebelde del Agro 44min (castelhano)
1987• O Homem que Plantava Árvores 30min (português)
1977• Living the Good Life 30min (inglês)
---• Soberanía Alimentaria 5min (castelhano)
---• L'Homme qui Parle avec les Plantes 58min (francês)
---• Sembrar para Comer 5min (castelhano)
---• How to Survive Peak Oil 10min (inglês) 


  

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Iluminação com garrafas pet




COMO FAZER : Água + Garrafa Pet + 2 tampas de água sanitária. Para vedar entre a garrafa e a telha pode-se utilizar um material isolante como durepox,cola de silicone, fita isolante, ou qualquer outro material que não resseque com o tempo e que possa furar a garrafa quando secar..

Greenpeace

Frio em Santa Catarina é o maior dos últimos dez anos.

Em Urupema, na região serrana de Santa Catarina, as temperaturas caíram para - 7,8ºC, a temperatura mais baixa dos últimos dez anos. O gelo que se formou nas árvores e nas plantações atrapalhou os agricultores. Em São Joaquim, também no Estado catarinense, a superfície de um lago congelou. Até as roupas que foram deixadas nos varais durante a noite ficaram congeladas. De acordo com os meteorologistas, a frente fria permanece no sul do país, com direito a grandes geadas nos pontos mais altos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Óleo para de vazar de poço da BP no Golfo do México

Não há óleo vazando do poço da British Petroleum no Golfo do México pela primeira vez desde abril, disse um executivo da companhia. O vice-presidente sênior  Kent Wells disse a jornalistas que um novo tampão fechou por completo o poço, durante um teste crítico de pressão.
A vitória - longamente aguardada pelos moradores da costa sudeste dos EUA - é a mais significativa desde o início dos esforços da BP para controlar um dos piores desastres ambientais da história dos Estados Unidos.
Wells afirmou que o petróleo parou de fluir às 14h25, hora local, depois que engenheiros gradualmente reduziram o fluxo de óleo cru que escapava pela última das três válvulas do tampão de 75 toneladas.
"Estou muito satisfeito de que não há óleo vazando para o Golfo do México, na verdade estou mesmo entusiasmado porque não há óleo entrando no Golfo do México", disse ele.
A interrupção ocorre 85 dias, 16 horas e 25 minutos após a primeira notícia, em 20 de abril, de uma explosão na plataforma de exploração Deepwater Horizon, que matou 11 trabalhadores e desencadeou o vazamento.
Agora começa a espera para ver se o tampão é capaz de conter o óleo sem explodir. Engenheiros vão monitorar  as leituras de pressão por até 48 horas antes de reabrir o tampão e decidir o que fazer.
Embora não represente uma solução final, o fechamento foi a única medida a funcionar para conter o fluxo desde abril. A BP está perfurando dois poços para aliviar a pressão no que está descontrolado, a fim de conseguir bombear concreto e lama para seu interior e fechá-lo de vez em meados de agosto.
Entre 354 milhões de litros e 698 milhões de litros de petróleo já foram derramados pelo poço no Golfo.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O que é que a Bahia tem? Renováveis!



Este ano o desfile do Dois de Julho - data da libertação da cidade de Salvador (BA) do domínio português, comemorada na cidade - ocorreu mais cedo do que o costume, graças à Copa do Mundo e ao jogo do Brasil. Em meio a uma constante chuva, voluntários do Greenpeace madrugaram para montar uma tenda e se posicionar no desfile.

Nesta tenda, instalada na Praça da Cruz Caída, duas bicicletas geravam energia quando pedaladas. Um painel eletrônico acoplado às bicicletas marcava a quantidade de energia gerada, passando a mensagem da importância das energias renováveis.
Falamos também das desvantagens da energia nuclear. No desfile foram abertos três cartazes: “O Brasil é solar, não nuclear”; “Energia nuclear não, a Bahia é renovável!” e “Sem florestas e energias limpas não há futuro”. Enquantos alguns voluntários seguravam os cartazes, outros informavam os interessados e distribuíam adesivos.

O anti-herói "Caveira Guy", representante do lado negro da eneria nuclear, também esteve presente, chamando atenção da população para a causa e entregando o relatório [R]evolução Energética para alguns dos políticos presentes. A mensagem foi passada: a Bahia e o Brasil precisam de uma matriz energética limpa e renovável.

A Farsa do Aquecimento Global no Fantastico - TV Globo .

Nokia e WWF-Brasil se unem em projeto para enfrentar mudanças climáticas na Amazônia.

Uma parceria entre Nokia e WWF-Brasil permitirá a identificação e o mapeamento das mudanças climáticas em curso na região do Alto Purus, no Acre, propondo alternativas de adaptação para enfrentar os impactos negativos para as populações locais. O objetivo é a produção do conhecimento técnico-científico e a melhoria de vida das comunidades locais, compostas principalmente por pescadores e suas famílias. 

O projeto vai registrar, em um vídeo, como os pescadores têm percebido as mudanças climáticas na região e quais medidas de adaptação são utilizadas para mitigar ou reduzir os impactos das alterações no clima. As informações serão coletadas com base em metodologia da Rede WWF para o Projeto Testemunhas do Clima, que já foi aplicada em comunidade de pescadores no município de Santarém (PA). 

Uma metodologia participativa assegura o envolvimento dos pescadores em todos os processos do projeto piloto. Outro objetivo será contribuir para a recuperação do conhecimento tradicional. Além de informações técnico-científicas, serão coletados testemunhos pessoais nas comunidades locais, dando origem a um vídeo que será divulgado no Brasil e no exterior.

Segundo Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil, o projeto será importante para gerar informações sobre as mudanças climáticas na região. “A ideia é que possamos dar uma contribuição para reduzir a vulnerabilidade das populações locais aos impactos dessas mudanças, aumentando sua capacidade de adaptação. Os pescadores do Alto Purus se tornarão Testemunhas do Clima”, afirma.

A secretária-geral do WWF-Brasil acrescenta que, por meio do projeto, Nokia e WWF-Brasil darão uma importante contribuição, juntamente com outros parceiros locais e os pescadores, para subsidiar políticas públicas de adaptação às mudanças climáticas.

“A Nokia orgulha-se por poder fazer parte de uma iniciativa como esta. A ação junto à população que vive às margens do rio Purus é mais um fruto da duradoura parceria global entre a Nokia e o WWF”, comenta Almir Luiz Narcizo, presidente da Nokia do Brasil.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

As melhores fotos de natureza de todos os tempos

BP diz que funil já recolhe mais da metade do petróleo que vaza



Pelicano coberto em petróleo
O vazamento é considerado o pior desastre ambiental da história americana




A petroleira British Petroleum (BP) disse neste domingo que o funil especial colocado sobre o vazamento de petróleo no Golfo do México já recolhe mais da metade do fluxo de óleo para navios na superfície.
“Neste momento, o funil de contenção desvia cerca de 10 mil barris de petróleo diariamente para superfície”, disse o presidente da BP, Tony Haywards.
Calcula-se que o poço danificado, localizado cerca de 1,5 mil metros abaixo da superfície libere entre 12 mil e 19 mil barris diários de petróleo no Golfo do México, no que está sendo considerado o maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.
Hayward disse que a empresa pretende implementar esta semana outra tática para conter o vazamento que, junto com o funil, deve ser capaz de conter “ a grande maioria” do petróleo que polui a região.
Em agosto a empresa espera conseguir uma solução definitiva para o problema quando estiverem prontos outros dois poços que devem desviar o petróleo do poço danificado.
Recuperação
O executivo disse que a empresa está comprometida com a recuperação total da região.
“Limparemos o petróleo, solucionaremos qualquer dano ambiental e deixaremos a costa do Golfo do México nas mesmas condições que estavam antes do evento. Este é um compromisso inquestionável, permaneceremos por lá muito tempo após o assunto ter deixado de ocupar a atenção da imprensa, honrando nossas promessas”, disse ele.
A empresa chegou a perder um terço de seu valor no mercado de ações desde o início da crise e vem sendo criticada por gastar alegadamente US$ 50 milhões em comerciais de TV para tentar recuperar sua imagem.
A empresa diz ter gasto mais de US$ 1 bilhão em operações de limpeza desde o início do vazamento no dia 20 de abril, depois que uma explosão destruiu a plataforma Deepwater Horizon, causando a morte de 11 trabalhadores.
Em seu pronunciamento semanal neste sábado, o presidente Barack Obama disse que vai garantir que a BP seja responsabilizada financeiramente pelo vazamento e pague “cada centavo” do que deve.
As estimativas são de que a quantidade de petróleo vazado no mar desde abril varie entre 80 milhões e 180 milhões de litros.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Mancha pode gerar desastre ambiental sem precedentes, diz Obama

Obama em Venice, Louisiana
Obama acompanhou esforços de contenção da mancha
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo que a enorme mancha de petróleo que se aproxima da costa sul do país tem potencial para ser um desastre ambiental "sem precedentes".
"O petróleo que ainda está vazando do poço pode provocar danos graves à economia e ao meio ambiente dos nossos Estados no Golfo do México. Isso pode se estender por um longo tempo e pode atrapalhar a vida de milhares de americanos que chamam este lugar de lar", afirmou.
Obama fez as declarações durante visita a Venice, no Estado da Louisiana, o primeiro a ser atingido pela mancha, para acompanhar os trabalhos de contenção do petróleo.
O vazamento começou depois que uma plataforma de perfuração de petróleo explodiu e afundou no mar, no último dia 20 de abril, deixando 11 mortos.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um iceberg se desloca. O que nos aguarda?


Alterações em correntes marítimas com conseqüências para o clima no mundo ainda não dimensionadas. Esta é a previsão dos especialistas que falaram à imprensa sobre o recente deslocamento de um gigantesco iceberg do continente antártico.
Segundo Neal Young, glaciologista do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antártico, na Tasmânia (Austrália), em entrevista para a BBC Brasil, o iceberg, aproximadamente do tamanho do Distrito Federal, bloqueia a produção de água densa e gelada na região, o que já traz perspectiva de invernos mais frios no Atlântico Norte.
Ainda que os efeitos diretos no clima não sejam sentidos imediatamente, o episódio prejudica pinguins e outros animais selvagens que usam a área para a alimentação.
A notícia está no site do O Estado de S. Paulo.

Pra quem acha que o frio na Europa e EUA significa o resfriamento globa


Sairam os dados da temperatura e cobertura de gelo do Ártico no mês de fevereiro.
Essa primeira imagem mostra que a cobertura de gelo nesse mês foi a quarta menor desde que começaram as medições por satélite, em 1979. Mas, deixemos o dado anual de lado. Dá só uma olhada na linha que representa a média histórica e no tamanho da queda. 1 milhão de quilômetros quadrados a menos !!!
Média histórica do gelo no ártico em fevereiro
Média histórica do gelo no ártico em fevereiro
A próxima imagem é pra quem acha queo mundo está resfriando, só porque fez um baita frio na Europa e Costa Leste da América do Norte. Ela representa as anomalias (diferenças) nas temperatura medias neste mês de fevereiro, em relação a média histórica. As cores verde, amarelo, laranja e vermelho representam temperaturas mais quentes. O vermelho significa que a temperatura estava no mínimo 12 graus acima do normal. Os tons de azul representam temperaturas mais frias. O azul mais escuro que se vê representa uma temperatura 4 graus mais baixa. Agora meça o tamanho das áreas e as diferenças de temperatura. Na média, fez mais calor ou mais frio? O ponto é que fez mais frio onde tem mais gente, mais tevê para mostrar, mais jornal pra escrever. Ai parece que só esfriou.
Anomalias da temperatura do ar - fevereiro 2009
Anomalias da temperatura do ar - fevereiro 2009

domingo, 11 de abril de 2010

Ah quem diga que ..

 


 • Aquecimento global é jogada de marketing.Estamos entrando num resfriamento global e não o contrário.Os ursos polares não irão desaparecer,o derretimento das geleiras não aumenta o nivel dos mares,o Co2 não controla o clima muito menos o metano lançado na atmosfera pelo homem.O sistema de impostos da NOM é o carbono e copenhague mostrou isso com a criação de um fundo internacional bilhonário pelos países ricos.

Não existe aquecimento global,isso é um embuste dos pilantras do IPCC a mando da ONU para implementar seus fins politicos e financeiros tendo como pano de fundo toda essa farsa.O homem não pode interferir no clima porque o aquecimento do planeta depende de apenas dois fatores principais: o SÓL e os OCEANOS.A Humanidade está sendo manipulada por essa fraude e ainda aplaude quem quer salvar o planeta de algo que não existe. 3 meses atrás.

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Produtos da Amazônia buscam 'selos verdes' para preservar as floresta

Feitas com matéria-prima retirada de áreas de florestas certificadas com "selos verdes", peças de decoração e artesanato saem da Amazônia para serem vendidas em todo o Brasil e no exterior.

Os produtos usam certificações florestais que atestam sua origem ecologicamente correta, como o FSC (Conselho de Manejo Florestal, na sigla em inglês). As iniciativas podem partir de grupos privados ou comunitários. Conheça alguns exemplos:


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Localizada em Manaus, no Amazonas, a Oficina de Lutheria da Amazônia oferece a jovens carentes um curso voltado à fabricação de instrumentos de corda, usando como matéria-prima madeira com certificação florestal. Um cavaquinho pode custar R$ 800. A peça mais cara é o violão, no segundo plano, que sai por R$ 1.600. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Sediada em Rio Branco, no Acre, a Iiba fabrica peças a partir de peças de madeira retirada de florestas certificadas pelo selo FSC. O prato à direita custa cerca de R$ 50 para o consumidor final, e uma tábua de sushi (centro) pode custar R$ 70, por exemplo. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

A Cooperativa de Artefatos Naturais do Rio das Castanhas, localizada no Vale do Jari, no Amapá, reúne um grupo de carpinteiros que fazem artesanato, principalmente pequenos objetos para decoração. As peças são fabricadas com resíduos madeireiros descartados por áreas de manejo do Grupo Orsa, certificadas com o selo FSC. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Utilizando a fibra da palmeira tucumã, integrantes da Associação de Moradores e Produtores Rurais Extrativistas do Urucureá, no Pará, fabricam peças de artesanato vendidas principalmente em Santarém. Certificadas pelo selo FSC desde 2007, tecem vasos, tigelas e descansos para panela, que custam em média R$ 10. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)

Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Fundada em 2005 com apoio da Fundação Orsa, a Associação das Mulheres Mães Artesãs do Vale do Jari, no Amapá, usa sementes e resíduos florestais obtidos a partir de áreas de manejo com certificação. Fabricam principalmente peças para decoração, inspiradas em suas tradições culturais. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)

Estragos provocados pelas chuvas no Norte e Nordeste




O aquecimento global provoca mudanças em todo o sistema climático da Terra. Muitas dessas alterações são perigosas e atingem principalmente as pessoas mais pobres. Elas ficam mais expostas a enchentes, secas, tempestades, furacões, ondas de calor e epidemias

sábado, 10 de abril de 2010

Negociações de clima

Glossário da COP

  • UNFCCC / Convenção de Clima - Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O primeiro passo em direção a um esforço global em prol do clima se deu com a assinatura da Convenção de Clima (UNFCCC no original em inglês - United Nations Framework Convention on Climate Change), na Eco-92 do Rio de Janeiro, entrou em vigor em 1994. Assim foram estabelecidos os alicerces para acordos climáticos posteriores. O documento estabeleceu o princípio das "responsabilidades comuns, porém diferenciadas", que diz que todos países devem reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, porém o esforço daqueles que mais emitiram ao longo da história deverá ser maior.

  • COP - Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Reunião de negociação entre todos os signatários da Convenção de Clima. Em 2009, ocorre a 15ª COP, que acontece dentro da UNFCCC, simultaneamente à MOP, na cidade de Copenhague, na Dinamarca.

  • MOP - Reunião de negociação entre os signatários do Protocolo de Quioto. Como Quioto entrou em vigor em 2005, essa é a 5ª MOP, que acontece dentro da UNFCCC e ao mesmo tempo que a COP.

  • Protocolo de Quioto - É o "braço quantificável" da Convenção. Dentre outras considerações, ele estipula as metas de redução dos países desenvolvidos - 5,2% até 2012, em relação aos níveis de 1990 - e institui os instrumentos de apoio aos esforços de redução das emissões, como o Comércio de Carbono. Finalizado em 1997, ele somente entrou em vigor em 2005 com a entrada da Rússia. Mesmo assim, ainda continuam fora do acordo importantes emissores como os Estados Unidos.

  • Pós 2012 - É o próximo acordo global sobre Clima, que substitui o Protocolo de Quioto. O primeiro período de compromisso vai de 2008 a 2012 e estabelece metas para os países do Anexo I - os desenvolvidos - de 5,2% de redução dos gases de efeito estufa com base nos níveis medidos em 1990.

  • Anexo I - São os países desenvolvidos que possuem metas de redução de emissão de gases de efeito estufa.

  • Não-Anexo I - São os países que não integram o Anexo I. Os países deste grupo e signatários do Protocolo de Quioto não possuem metas de redução, embora precisem montar um plano de ação para a redução interna de suas emissões de gases de efeito estufa e medidas para adaptação perante as futuras alterações climáticas.

  • Anexo B - São os países desenvolvidos signatários da Convenção, mas que não fazem parte do Protocolo de Quioto, como os EUA, por exemplo.

  • GEEs - Gases de Efeito Estufa, os responsáveis pelo efeito estufa. Dentro das negociações internacionais de clima e de projetos de carbono, seis grupos de gases são considerados: dióxido de carbono (CO2), Metano (CH4), Óxido Nitroso (N2O), Hidrofluorcarbonos (HFCs), Perfluorcarbonos (PFCs) e Hexafluoreta de Enxofre (SF6). Para facilitar os cálculos dos impactos climáticos de cada setor, empresa, país ou indivíduo, todos os gases são expressos em termos de CO2-equivalente. É por causa da emissão em excesso desses gases que acontecem as mudanças climáticas.

  • CO2-equivalente - Unidade de medida do impacto das emissões sobre o clima do planeta. Todos os gases são transformados em CO2-equivalente, de acordo com um fator de conversão. Assim, por exemplo, uma tonelada de metano (CH4), por possuir um efeito 21 vezes superior ao dióxido de carbono, equivale a 21 toneladas de CO2-equivalente.

  • LULUCF - Do inglês, Land Use, Land Use Change and Forestry (Uso do Solo, Mudanças no Uso do Solo e Atividades Florestais). As emissões do setor de LULUCF são provenientes das atividades agrícolas, do desmatamento e da degradação do solo. Em 2000, foi responsável por pouco mais de 30% do total das emissões humanas (mais de 12 bilhões de toneladas de CO2-equivalente).

  • REDD - Redução das Emissões oriundas do Desmatamento e Degradação. Reduzir o desmatamento constitui uma das prioridades para a redução das emissões de gases de efeito estufa, não somente por seus benefícios climáticos, como também para outros benefícios sociais e ambientais. Existem diversas propostas de apoio para a redução do desmatamento, dentre elas a proposta brasileira.

  • IPCC - Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima. É uma instituição científica ligada às Nações Unidas que reúne todo o conhecimento científico em relação às mudanças climáticas. O IPCC não faz pesquisa e sim condensa todas as informações coletados pela humanidade sobre as alterações climáticas em três relatórios sobre ciência climática, impactos e soluções.

Biodiversidade: a base de nossas vidas.




 O ano de 2010, Ano da Biodiversidade, é a nossa chance de encarar a verdade em relação à natureza. Precisamos de contabilidade de verdade para assegurar o reconhecimento do valor da biodiversidade, financiamento de verdade para a conservação da natureza e proteção de verdade para os lugares mais ameaçados e importantes da Terra.

Tragédias climáticas no Brasil refletem aquecimento global


Com a elevação do nível do mar em até um metro, a baixada fluminense, no Rio de Janeiro, pode desaparecer. Avaliação é do coordenador do Programa Nacional Rede Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre.
Comissão sobre mudança climática quer mais poder deliberativo sobre as questões que dizem respeito a sua área de atuação. Foto: Luiz Xavier/Agência Câmara
Durante a audiência pública da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas para discutir o Programa Nacional de Mudanças Climáticas, o coordenador do Programa Nacional Rede Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre, disse que as situações extremas do clima, no Brasil e no mundo, já são consequência do aquecimento global. Ele citou as enchentes no norte e no nordeste como efeitos "certos" das alterações do clima no planeta.
As previsões, segundo o especialista, é de que até 2040 a temperatura mundial suba 2°C, mas as tragédias climáticas da atualidade já são reflexo do que vai acontecer com o mundo. "Com e elevação do nível do mar em até um metro, a baixada fluminense, por exemplo, vai desaparecer", afirmou.
De acordo com as observações do Inpe, a região sul do país deve ser atingida por períodos de chuvas cada vez maiores, o que pode causar doenças antes só encontradas na região norte, como a malária. Na Amazônia devem ocorrer mais cheias e grandes áreas devem ser submersas. Para o nordeste, a previsão é de aumento da desertificação, chegando a impossibilitar a vida em muitos estados.
Na avaliação do pesquisador, a dificuldade de adaptação do ser humano às novas condições climáticas e a consequente exposição aos perigos, podem aumentar ainda mais o impacto e a vulnerabilidade humana na Terra. Segundo o especialista, a influência da humanidade no planeta nos últimos séculos tornou-se significativa a ponto de ser considerada uma nova era geológica, denominada antropocentro.
Carlos Nobre explica que a proposta da Rede Clima, criada em 2007, é apresentar um modelo brasileiro do sistema climático global, o que vai permitir um salto na capacidade de oferecer novos cenários para tomadas de decisão no planeta. Ele anunciou também a compra de um supercomputador, avaliado em R$ 25 milhões, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, que vai contribuir com as pesquisas realizadas pelos institutos nacionais de mudanças climáticas.
O coordenador do Inpe disse que a Rede Clima vai apresentar, num período de dois anos, um Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, cujos relatórios vão especificar todos os detalhes das mudanças climáticas no país. "O objetivo é apresentar soluções para que as previsões da ciência possam ser revertidas".
O líder do PSB, deputado Rodrigo Rollemberg, ressaltou que as pesquisas e as políticas públicas são as saídas para encontrar soluções em energias limpas para o Brasil. Segundo o parlamentar, o foco deve ser a redução da mitigação das emissões de gases de efeito estufa e a adaptCação às mudanças climáticas.
Rollemberg salientou que o Brasil deve aproveitar a oportunidade de uma nova economia que deverá emergir da crise econômica e da preocupação da humanidade com as emissões de carbono. "O Brasil pode agregar indústria, pode gerar renda, pode gerar empregos dentro de uma nova concepção de um novo modelo de desenvolvimento chamado economia verde", disse.

quinta-feira, 8 de abril de 2010





É a engenharia voltada para o desenvolvimento econômico sustentável, ou seja, que respeite os limites dos recursos naturais. O engenheiro que atua nessa área desenvolve e aplica tecnologias para proteger o ambiente dos danos causa dos pelas atividades humanas. Sua principal função é preservar a qualidade da água, do ar e do solo. Realiza estudos de impacto ambiental, propondo soluções que visam ao aproveitamento racional dos recursos naturais. Elabora e executa planos, programas e projetos de gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico, tratamento de resíduos e recuperação de áreas contaminada sou degradadas. Pode ocupar-se, ainda, do estudo de várias fontes de energia e da avaliação do potencial energético de uma região.  

quarta-feira, 3 de março de 2010

Aqualta mostra as grandes metrópoles em futuro de Aquecimento Global

Com o Aquecimento global em alta, cresce a apreensão quando a ameaça se volta principalmente para grandes metrópoles como Londres, Nova York e Tóquio. Pensando nisso os designers do Estúdio Lindfors criaram um projeto, batizado de Aqualta, que consiste em ilustrações de Nova York e de Tóquio em um cenário de aquecimento global, hidrologicamente transformado.
O projeto foi lançado no final de 2009 e repercutiu em diversos sites e publicações especializadas, que reproduziram as cenas impensáveis nos dias de hoje.
As imagens mostram gôndolas atravessando a Times Square, crianças pescando em cima dos bancos de cascalho que se acumularam ao lado de arranha-céus inundados e uma rede aérea de balões. Outras figuras exibem passarelas de pedestres e carros que substituem o asfalto coberto pelo mar, passagens de cabo que atravessam a cidade alagada e avenidas inteiras servindo de área de lazer para banhistas.
As imagens caprichadas além de alertarem para o problema das mudanças climáticas, mostram também nas pessoas retratadas uma despreocupação com os transtornos causados pela invasão do mar.
“As imagens são um olhar sobre a adaptação à subida da água, em vez da luta ou resistência a ela”, diz o designer do Estúdio Lindfors, Gretchen Stump.

Gás carbônico

Gás carbônico

O dióxido de carbono (CO2) é o "gás do efeito estufa" que mais preocupa. Uma quantidade limitada de carbono é encontrada em combustíveis fósseis, no mar, em seres vivos e na atmosfera.

Sem a influência humana, a transferência entre esses depósitos sempre foi balanceada - por exemplo, as plantas absorvem o gás carbônico durante a fotossíntese, e emitem quando se decompõem.

Mas com atividades humanas como o desmatamento e a queima de combustível fóssil, uma quantidade extra de gás carbônico é emitida, aumentando o efeito estufa.

 

Corrente do Golfo

Corrente do Golfo

1. As correntes de superfície carregam a água quente e salgada dos trópicos.

2. A água fria dos pólos desce ao fundo do oceano.

3. Esta água fria volta ao equador, formando, assim, um ciclo contínuo: dos pólos ao equador a água é fria e pesada, e do equador aos pólos, ela é quente e superficial. Por esse processo, a Corrente do Golfo aquece o norte da Europa.

4. A água proveniente do derretimento do gelo dilui a água quente e salgada vinda dos trópicos.

5. A água se torna menos densa e não afunda rapidamente, prejudicando o ciclo e, conseqüentemente, a Corrente do Golfo.

Mudanças dramáticas de temperatura aconteceram no passado, grande parte delas devido a transformações na maioria das correntes marinhas.

Um "ciclo contínuo" do oceano ajuda a transportar calor ao redor do globo pelos movimentos profundos e de superfície da água.

Cientistas estão analisando se o aquecimento global poderia diminuir ou acabar com esse ciclo - um fator considerado de "baixa probabilidade, mas de grande impacto".

Isso poderia interromper a maioria das correntes de superfície, movidas pelo vento, como a Corrente do Golfo.

 

Efeitos 'feedback'

Efeitos 'feedback'


1. Superfície coberta de gelo reflete fortemente a radiação solar.

2. À medida que um pouco de gelo derrete, menos radiação solar é refletida.

3. Isso provoca mais aquecimento, o que faz com que mais gelo derreta.

4. A camada de gelo é reduzida, o que faz com que a formação de novas camadas seja cada vez mais difícil.

O aquecimento vai provocar alguns processos que vão ampliar ainda mais o aquecimento (feedback positivo), e outros que vão reduzir esse efeito (feedback negativo).

O equilíbrio entre esses feedbacks ainda é incerto nas previsões climáticas.

Por exemplo, como mostra a imagem acima, a diminuição da camada de gelo pode significar que as terras expostas absorvam mais energia e acelerem o aquecimento da atmosfera.

Por outro lado, a absorção de gás carbônico pelas plantas deve aumentar com o aumento da temperatura, o que pode de alguma maneira agir contra o processo de aquecimento.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Sequestro de Carbono : de que forma é calculado quanto gás carbônico uma árvore (ou planta) consome?

- Todas as plantas fazem fotossíntese;
- Pra fazer fotossíntese elas absorvem CO2 atmosférico (gás carbônico);
- O CO2 absorvido passa por reações químicas dentro da planta e sua molécula é quebrada;
- O carbono do CO2 (C) é utilizado (incorporado) para a formação da molécula base glicose;
- A partir da glicose são formados inúmeros outros compostos orgânicos (frutose, sacarose, amido, celulose, etc.);
- Muitos destes compostos passam a fazer parte da estrutura física da planta (tronco, ramos, raízes, folhas, cascas, etc e etc.);
- A estrutura molecular destes compostos é repleta de carbono e este carbono veio do CO2 que a planta tirou do ar; – Então, quando se fala em sequestro de carbono, está se falando da fixação dele nas e pelas plantas, através deste processo;
- Costuma-se chamar a estrutura física de uma planta de matéria seca (se pegarmos uma samambaia, triturarmos e secarmos completamente, o que sobra é a matéria seca);
- Via de regra podemos considerar que na matéria seca da planta está contido muito carbono, fixado nas moléculas carbonadas;
- Uma roseira tem mais folhas e ramos (matéria seca) do que um pezinho de salsinha, por exemplo, logo, a roseira sequestra mais carbono que a salsinha;
- Uma árvore (ex.: pitangueira), por sua vez, tem mais matéria seca que uma roseira, logo, sequestra mais carbono que ela;
- Uma plantinha herbácea que tenha ciclo de vida pequeno (1 ano, por exemplo), acumula uma certa quantidade de matéria seca. Após morrer, cai ao solo e é decomposta. No processo de decomposição é liberado CO2 para o ar, como subproduto. Assim o carbono que estava fixado volta novamente para a atmosfera;
- Uma plantinha herbácea perene (tempo de vida longo) mantém os carbonos fixados em sua matéria seca por todo seu tempo de vida.
- Comparando plantas de mesmo porte, podemos dizer que as que vivem mais mantém o carbono sequestrado por mais tempo;
- De um modo geral, pode-se dizer que plantas maiores sequestram mais carbono que plantas menores, plantas que vivem mais mantém o carbono sequestrado por mais tempo e plantas que acumulam mais matéria seca sequestram mais carbono que plantas que acumulam menos matéria seca;
- Cálculos de sequestro de carbono por árvores são baseados em médias, já que há milhares de árvores diferentes, com diferentes taxas de produção de matéria seca (troncos mais grossos, troncos mais finos, madeiras pesadas, madeiras leves, folhas grandes, folhas pequenas, muitas folhas, poucas folhas, etc., etc. e etc.);
- Por fim, todas as plantas (do musguinho à sequóia) sequestram carbono, umas mais, outras menos .

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O tempo deve estar louco

tempo louco


O clima já não é mais o mesmo dos nossos pais. foto: Marco Pozzana

Pergunte aos mais velhos se o tempo era assim antigamente. Provavelmente dirão que não.
O homem moderno alterou drasticamente o nosso sagrado meio ambiente. Este frágil equilíbrio conquistado depois de milhões de anos de evolução foi perturbado e o futuro da vida inteligente na Terra está em cheque.
O Aquecimento Global é facilmente comprovado pelas plantas que florescem em pleno inverno. A primavera tem se antecipado em diversas partes do mundo. O fenômeno pode ser sentido não só nos termômetros e nas plantas mas na nossa própria pele. Para piorar este cenário quente, as tempestades estão ficando mais fortes e imprevisíveis.
Se você acha que o que estão falando sobre as mudanças climáticas é exagero, abra os olhos. O clima já mudou bastante, mas pode ficar muito pior...

Cuidado ! Respirar nas cidades pode matar

poluição do ar

Já pensou em morar no campo? Se não, é bom reconsiderar. foto: M Moscatelli

A poluição do ar resulta da emissão de gases poluentes ou de partículas sólidas na atmosfera. Neste cenário, os automóveis poluem mais do que as indústrias.

Os números de mortos em decorrência de doenças respiratórias causadas pela poluição do ar impressionam. São milhares de mortos anualmente devido a doenças como asma, rinite alérgica, bronquite crônica, infecções nos pulmões, enfisema pulmonar, doenças do coração e até câncer do pulmão, entre outros males. Pobres, crianças e idosos são as maiores vítimas.

A poluição gerada nas cidades de hoje é resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. Por isso, é muito importante que você pense em adotar meios de transporte menos poluentes, como a bicicleta ou metrô. O planeta agradece! Sua saúde também.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Aquecimento global vai custar o dobro

Os governos vão gastar no mínimo 2% do PIB mundial no combate às mudanças climáticas. O aumento do número de secas, furacões e inundações serão as principais causas dessas perdas financeiras. O anúncio foi feito por Nicolas Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial. Ele foi o autor de um estudo encomendado pelo governo inglês sobre as conseqüências das mudanças climáticas na economia global. Em 2006, quando o relatório foi publicado, empresas e governos de países industrializados ficaram alarmados com a possibilidade de gastar 1% do PIB mundial por causa das alterações no clima do planeta. Na quarta-feira Stern fez um alerta pior. Em uma entrevista ao jornal inglês The Guardian, ele afirmou que os gastos mínimos com o aquecimento global vão representar o dobro do previsto no relatório de dois anos atrás.

A aceleração dos efeitos das mudanças climáticas foi a justificativa para a mudança nas estimativas. A falta de cumprimento das metas de redução das emissões de gases que causam o aquecimento global seria a principal causa dessa aceleração.

Stern tambem propôs uma solução drástica. Os EUA e o Reino Unido devem cortar 80% de suas emissões até 2050. Fato improvável em uma realidade onde as nações ricas não conseguem reduzir nem 5% das emissões acordados na Conferência Mundial do Clima. Para tentar contornar o problema, políticos ingleses divulgaram que pretendem criar um novo imposto ambiental. O foco deve ser os combustíveis fósseis – gasolina e diesel – usados para abastecer veículos. Uma má notícia para um momento de alto no preço do petróleo.

O que é o Efeito Estufa ?

Poluição: Principal causa do efeito estufa e do aquecimento global.

Efeito estufa é o aquecimento gradual do planeta provocado pelo acúmulo de certos gases na atmosfera, principalmente dióxido de carbono ou gás carbônico (CO2). Os gases à base de carbono são conhecidos como gases estufa.
O efeito estufa tem um lado bom. A camada de gases em torno da Terra serve para manter a temperatura do planeta nos limites adequados para a vida. Sem essa "manta" que retém o calor, a atmosfera seria cerca de 18 graus Celcius mais fria.
O aspecto negativo do efeito estufa está relacionado à ação do homem. A atmosfera da Terra formou-se lentamente, em bilhões de ano. De repente, em poucas décadas, a grande produção de gases estufa pelo homem ameaça alterar seu equilíbrio, tornando-a cada vez mais espessa, o que resultaria na retenção de mais calor sobre a superfície da Terra.
Não há dúvida sobre o papel dos gases no aquecimento global. Mas ainda há discussões sobre o verdadeiro papel do dióxido de carbono emitido por atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão) e a fumaça das queimadas.
Foi provado o aumento da temperatura média do planeta nos últimos anos. Também já foi mostrado o aumento da emissão de gases estufa por atividades humanas. Mas não se estabeleceu ainda um clara relação de causa e efeito entre esses dois fatos. O aumento da temperatura poderia ser uma oscilação natural do planeta.
Estuda-se também o papel dos oceanos. Eles cobrem três quartos da superfície do planeta. Grande parte do carbono é produzido nos oceanos através do fitoplâncton, minúsculos organismos vegetais. Qual a verdadeira capacidade de o mar servir de "depósito " de carbono? É mais um tema em discussão.
Mesmo com tantas incertezas, é melhor tomar medidas de redução dos gases estufa antes que seja tarde.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Cola-Cola monta estação de reciclagem no Expresso 2222

Adesivo_Coca_entrada_-_alterado_2Fev2010_-_APROVADO

A Coca-Cola estará presente no carnaval de Salvador no Camarote Expresso 2222, adotando, na prática o conceito do Viva Positivamente, plataforma de desenvolvimento sustentável do sistema Coca-Cola.
De olho no retorno de imagem com as exposições das marcas Coca-Cola e cerveja Sol, a Norsa, franqueada e distribuidora do portfólio da Coca-Cola na Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, fechou a cota de patrocínio e vai desenvolver ações ambientais no Camarote Expresso 2222 cujo tema é Transformação. O cuidado com o meio ambiente vai desde a confecção dos brindes passando pela decoração, segregação de resíduos e parceria com a CAEC, cooperativa dos agentes ecológicos de Canabrava.O camarote vai ter educadores ambientais, ação patrocinada pela Braskem, que apoiarão e ensinarão os convidados a participarem do processo de gestão de resíduos após o consumo.
Já a Coca-Cola e o Expresso 2222 montaram a Estação de Reciclagem para que as embalagens já saiam do local separadas e armazenadas em coletores, facilitando o transporte e a revenda deste material. A CAEC, cooperativa dos agentes ecológicos de Canabrava, reúne ex-catadores do lixão de Canabrava e será responsável pela triagem e armazenamento, transformando o resíduo em renda.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Temperatura de 400°C na Jordânia .

No dia 06 de fevereiro um estranho fenômeno chamou a atenção do mundo todo: uma região da Jordânia teve sua temperatura elevada a 400°C.
O fenômeno só foi percebido quando algumas ovelhas que pastavam pelos arredores foram até a área. Segundo os pastores, os animais foram completamente queimados e desapareceram.
Bahjat Adwan, chefe da associação de geólogos da Jordânia, descartou a possibilidade de qualquer atividade sístima ou vulcânica e Maher Hijazin, diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, afirmou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado sob a superfície do local, provocando o elevado aumento de demperatura.
' Um dia para se sentir super-héroi da natureza '

Biocombustíveis: uma solução ou um novo problema

Ambiente - 07-03-2008 - 16:10
©BELGA/MAXPPP/Thierry Gachon

"Há alguns anos, os biocombustíveis eram considerados como a solução para o aquecimento global. Actualmente, há quem diga que não são a solução, mas sim uma parte do problema". Foi com estas palavras que a eurodeputada neerlandesa Dorette Corbey descreveu a evolução das opiniões sobre os combustíveis produzidos à base de vegetais. Os biocombustíveis são um progresso ou uma ameaça? No dia 4 de Março, o PE organizou uma audição sobre o tema.

As economias e estilos de vida actuais baseiam-se no petróleo e no gás, dois recursos esgotáveis cada vez mais caros.
O que são os biocombustíveis?
Os biocombustíveis são produzidos à base de plantas energéticas, como é o caso do milho, dos cereais, das beterrabas açucareiras e das plantas oleaginosas. Os mais utilizados são o biodiesel, fabricado a partir de soja ou de colza, o bioetanol, produzido à base de milho ou de beterraba, e os óleos vegetais puros. Essencialmente utilizados no sector dos transportes, os biocombustíveis podem ser utilizados puros em motores adaptados para o efeito, ou misturados com diesel ou com gasolina.
As vantagens
Além de permitirem reduzir a dependência energética em relação aos combustíveis fósseis, os biocombustíveis são produzidos a partir de plantas que absorvem CO2 e permitem a produção de combustíveis que não emitem gases com efeito de estufa, os principais responsáveis pelo aquecimento global. Esta característica dos biocombustíveis fez com que, em Março de 2007, os Estados-Membros da UE reunidos em Conselho adoptassem um objectivo vinculativo de utilização de, pelo menos, 10% de biocombustíveis, nos combustíveis utilizados no sector dos transportes, até 2020.
As desvantagens
Apesar das vantagens apontadas, a utilização de biocombustíveis é um tema controverso. Em primeiro lugar, porque a produção de biocombustíveis consome muita energia e baseia-se em culturas intensivas, que produzem um gás com efeito de estufa, o óxido de azoto, que também tem efeitos no aquecimento global. Além disso, muitas das terras utilizadas para o cultivo das plantas eram anteriormente regiões com grande capacidade de absorção de CO2, como é o caso das florestas tropicais. Para ter uma ideia da extensão e do impacto dos efeitos perversos dos biocombustíveis, basta analisar a desflorestação da América Central e da Ásia. Outras desvantagens apontadas dizem respeito à poluição provocada pelas culturas intensivas, ao elevado consumo de água e à perda da diversidade biológica e dos habitats alimentares. Existe ainda o receio de que a utilização das culturas para produção de biocombustíveis venha a provocar a falta e o consequente aumento do preço dos produtos agro-alimentares.
Uma grande diferença nas emissões relativamente aos combustíveis tradicionais?
Durante a audição realizada no Parlamento Europeu, os peritos levantaram uma questão muito precisa: será a diferença dos níveis de emissão de gases com efeitos de estufa entre os biocombustíveis e os combustíveis tradicionais suficientemente elevada para justificar o apoio público? Apesar de a Comissão Europeia ter indicado que uma redução de 30% das emissões seria suficiente para validar o interesse dos biocombustíveis, no relatório da eurodeputada Dorette Corbey, os membros da comissão parlamentar do Ambiente indicam que essa percentagem deveria ser, no mínimo, de 50%.
O impacto ambiental
Como garantir que o cultivo das terras para produção de biocombustíveis não terá efeitos nefastos para o meio ambiente? A maioria dos participantes concorda que "tudo depende de uma boa cultura, de um bom local e do volume de produção". Apesar dos efeitos nefastos apontados relativamente aos biocombustíveis, Dorette Corbey considera que "ainda há esperança em relação aos biocombustíveis, mas é necessário distinguir entre os que são positivos e os que são negativos ". O seu relatório será debatido em plenário, no âmbito da revisão da directiva sobre qualidade dos combustíveis.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Nós somos os culpados pelas enchentes!

Destruímos o rio Tietê e agora culpamos a natureza? Parece até brincadeira, porém muitos acreditam que as cheias que assolam São Paulo são culpa da natureza. “É um problema que, em grande medida, está na natureza. Uma calamidade como a de ontem (terça) nós temos de rezar para que não se repita”, disse José Serra, governador de São Paulo, no dia seguinte da população enfrentar mortes, engarrafamentos e muitos prejuízos causado pelas chuvas. Serra tem razão quando afirma que os 62,6 mm de água que caíram sobre a cidade são resultado dos ciclos naturais. Porém, o governador errou ao dizer que a cidade alagou por causa da natureza. As enxurradas, os deslizamentos e as inundações têm um só culpado: o homem.
O desprezo pelo rio Tietê é a principal fonte dessa culpa. Dragar, retificar o seu curso, desmatar e asfaltar as suas margens com “impermeabilização” para automóveis trafegarem em alta velocidade são apenas alguns dos erros que a população aceitou que fossem cometidos contra o rio Tietê. É desagradável admitir, mas votamos em políticos que fizeram essas escolhas, ou pior, simplesmente aceitamos que centenas de obras e muitas indústrias transformassem o Tietê em esgoto puro. E o pior, um processo cujo início não está muito distante de nossas memórias.
PARE  E  PENSE  BEM!

MEIO AMBIENTE – Ecologia


  • O mundo perdeu metade de suas áreas inundáveis - responsáveis pela boa qualidade da água e alta biodiversidade - no último século.
  • A extração de madeira e a conversão em áreas agrícolas já consumiu metade das florestas mundiais.
  • O desmatamento nos trópicos supera os 130 mil km2 anuais.
  • Cerca de 9% das espécies de árvore estão ameaçadas de extinção.
  • Aproximadamente 70% dos principais estoques pesqueiros marinhos são superexplorados ou estão no seu limite biológico.
  • O ritmo de crescimento da pesca está 40% acima do que os oceanos podem sustentar.
  • Praticamente todas as terras numa margem de 100 km da zonas costeiras foram de alguma forma alteradas para uso agrícola ou urbano, produzindo impactos ambientais negativos.
  • A degradação dos solos já afetou dois terços das terras agricultáveis, nos últimos 50 anos.
  • Cerca de 30% das florestas originais do mundo foram transformadas em áreas agrícolas.
  • Barragens, canais e desvios fragmentam quase 60% dos maiores rios mundiais.
  • Cerca de 20% dos peixes de água doce estão extintos ou ameaçados.
  • Em torno de 500 milhões de hectares de savanas, campos e florestas abertas da zona tropical e sub-tropical queimam todos os anos.
  • Desde 1980, a economia global já triplicou e a população cresceu 30%, alcançando 6 bilhões de pessoas.
  • Mais de 2,3 bilhões de pessoas convivem com a escassez de água potável.

Como o vento pode alimentar a China (e salvar o clima da Terra)


A China, hoje a maior emissora de gases responsáveis pelo aquecimento global, está caminhando rapidamente para reduzir seu impacto ambiental. Nos últimos cinco anos, o país dobrou anualmente sua capacidade instalada de gerar energia a partir do vento (com parques eólicos). E isso não tem um potencial pequeno. Segundo um novo estudo feito por pesquisadores de Harvard, nos EUA, e da Universidade Tsinghua, de Pequim, a China pode atender toda a sua demanda de eletricidade só com o poder dos ventos até 2030.
Os pesquisadores fizeram estimativas considerando as projeções econômicas de crescimento do país. Também avaliaram o potencial meteorológico e a disponibilidade de ventos constantes. No mapeamento do potencial eólico, excluíram as áreas urbanas e os terrenos impraticáveis. Igualmente, avaliaram o custo do investimento em eólicas. Descobriram que, em várias áreas do país, é possível gerar energia dos ventos a algo entre 6 e 8 centavos de dólar por killowat hora (kWh). Isso significaria a geração lucrativa de 9,96 trilhões de kWh. Essa energia é o dobro da demanda atual da China. Mas é o que se espera que seja o consumo em 2030.
São ótimas perspectivas para um país que hoje depende da queima de carvão mineral (o combustível mais poluente de todos) para gerar a maior parte de sua eletricidade. A passagem para energia eólica vai exigir um investimento pesado em infraestrutura de transmissão elétrica para ligar os grandes centros de consumo aos terrenos com maior potencial de geração, situados no norte e no oeste do país. Mas, se os pesquisadores estiverem certos, é uma forma economicamente viável de evitar que o desenvolvimento do país mais populoso do mundo acabe com o clima da Terra.
Também pode ser um exemplo para o Brasil, que descansa sobre sua bem sucedida política de álcool e esquece outros problemas, como a dependência no transporte de caminhão a diesel para cargas. Além disso, o Brasil tem uma das maiores empresas produtoras de cataventos eólicos, um potencial imenso, mas praticamente não investe nessa opção. E agora sonha com uma economia movida a petróleo do pré-sal, mas não tem planos para usar parte dos lucros para investir em fontes energéticas mais limpas, e com futuro mais longo.

Contagem regressiva para salvar o clima da Terra.


Uma coalizão de ONGs internacionais e brasileiras montou o movimento TicTacTicTac. É uma força para lembrar as pessoas que faltam dois meses para a conferência da ONU na Dinamarca, onde 192 países tentarão um acordo para salvar o clima da Terra. O movimento ganhou hoje o apoio de três das maiores redes de cinema do mercado brasileiro: Cinemark, UCI e Rain. Com isso, o filme Adaptação (acima), assinado pela Y&R, em parceria com as produtoras Tribbo Post e Somzera, será exibido em mais de 300 salas, distribuídas em todo o país.
Enquanto vocês não vão ao cinema, curtam as imagens acima.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Energias Renováveis

Por que no Ártico a temperatura aumentou ?

 
Existe uma área de alta pressão sobre o Ártico. Normalmente, essas áreas com pressões de ar diferentes deveriam se deslocar e se misturar. Em vez disso, elas continuaram paradas. Nem toda a extensão dessa onda de calor é atribuível ao aquecimento global, mas ela reduz a quantidade de gelo do Ártico e contribui para o fenômeno. Isso ocorre porque menos gelo significa meno luz sendo refletida de volta ao espaço e , como consequência, mais calor é retido.

Globalização .

O crescimento continua sendo foco de muitas corporações e governos que esgotam o meio ambiente por lucros econômicos .
 
O problema é fundamentalmente um problema cultural.



COMSUMO DE FORMA ERRADA  - mantém a economia global ;
é preciso mudar o objeto de desejo para poder chegar a raíz do problema.










A Última Hora

titulo original: (The 11th Hour)
lançamento: 2007 (EUA)
direção: Nadia Conners , Leila Conners Petersen
atores: Leonardo DiCaprio , Kenny Ausubel , Janine Benyus , Sylvia Earle , Gloria Flora
duração: 95 min
gênero: Documentário
status: arquivado

Sinopse:

Causadas pela própria humanidade, enchentes, furacões e uma série de tragédias assolam o planeta cotidianamente. O documentário mostra como a Terra chegou nesse ponto: de que forma o ecossistema tem sido destruído e, principalmente, o que é possível fazer para reverter este quadro. Entrevistas com mais de 50 renomados cientistas, pensadores e líderes ajudam a esclarecer estas importantes questões e a indicar as alternativas ainda possíveis.

Vozes do Clima: Mudanças climáticas atingem cidades brasileiras.

 
'  E a loucura finge que isso tudo é normal , eu finjo ter paciência '

Aquecimento Global - Ficção x Realidade

Por Marcos Tadao Mendes Murassawa

O filme "O dia depois de amanhã", megaprodução hollywoodiana mostra a fúria do meio ambiente em resposta a todo o mal causado pelo ser humano. Chuvas de granizo do tamanho de uma bola de boliche, tornados engolindo prédios, o mar invadindo a cidade e um frio de menos 100°C. Como em vários filmes existem efeitos especiais exagerados, mas mesmo assim o filme passa uma imagem verdadeira - o aquecimento global no nosso mundo é preocupante podendo causar a devastação do ser humano.
Nos últimos meses, vimos no Sul do País ciclones que a princípio pareciam inofensivos, sendo que o homem desprezando este acontecimento não tomou as medidas cabíveis, resultando na destruição de lares e desaparecimento de pessoas. Já na Europa observamos o verão incandescente que resultou na morte de várias pessoas bem como a queima de várias florestas.
Recentemente em contramão a todos os cuidados com a natureza, o Brasil assinou um contrato para a construção de uma Usina de carvão mineral em Cachoeira do Sul/RS e um acordo com a China a respeito da Indústria Nuclear Nacional.
Assim vemos que mesmo com os excessos mostrados no filme "O dia depois de amanhã", o mundo caminha para uma tragédia que pode ser evitada, mas que não é face a ganância do ser humano em apenas lucrar com os recursos naturais sem repor ao meio ambiente.

A menina que calou o mundo em 5 minutos.