Os produtos usam certificações florestais que atestam sua origem ecologicamente correta, como o FSC (Conselho de Manejo Florestal, na sigla em inglês). As iniciativas podem partir de grupos privados ou comunitários. Conheça alguns exemplos:
Localizada em Manaus, no Amazonas, a Oficina de Lutheria da Amazônia oferece a jovens carentes um curso voltado à fabricação de instrumentos de corda, usando como matéria-prima madeira com certificação florestal. Um cavaquinho pode custar R$ 800. A peça mais cara é o violão, no segundo plano, que sai por R$ 1.600. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)
Sediada em Rio Branco, no Acre, a Iiba fabrica peças a partir de peças de madeira retirada de florestas certificadas pelo selo FSC. O prato à direita custa cerca de R$ 50 para o consumidor final, e uma tábua de sushi (centro) pode custar R$ 70, por exemplo. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)
A Cooperativa de Artefatos Naturais do Rio das Castanhas, localizada no Vale do Jari, no Amapá, reúne um grupo de carpinteiros que fazem artesanato, principalmente pequenos objetos para decoração. As peças são fabricadas com resíduos madeireiros descartados por áreas de manejo do Grupo Orsa, certificadas com o selo FSC. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)
Utilizando a fibra da palmeira tucumã, integrantes da Associação de Moradores e Produtores Rurais Extrativistas do Urucureá, no Pará, fabricam peças de artesanato vendidas principalmente em Santarém. Certificadas pelo selo FSC desde 2007, tecem vasos, tigelas e descansos para panela, que custam em média R$ 10. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)

Nenhum comentário:
Postar um comentário