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Seja como for , a Terra vai prevalecer e com o tempo se recuperar. A Terra tem todo o tempo do mundo e a gente não !

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um iceberg se desloca. O que nos aguarda?


Alterações em correntes marítimas com conseqüências para o clima no mundo ainda não dimensionadas. Esta é a previsão dos especialistas que falaram à imprensa sobre o recente deslocamento de um gigantesco iceberg do continente antártico.
Segundo Neal Young, glaciologista do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antártico, na Tasmânia (Austrália), em entrevista para a BBC Brasil, o iceberg, aproximadamente do tamanho do Distrito Federal, bloqueia a produção de água densa e gelada na região, o que já traz perspectiva de invernos mais frios no Atlântico Norte.
Ainda que os efeitos diretos no clima não sejam sentidos imediatamente, o episódio prejudica pinguins e outros animais selvagens que usam a área para a alimentação.
A notícia está no site do O Estado de S. Paulo.

Pra quem acha que o frio na Europa e EUA significa o resfriamento globa


Sairam os dados da temperatura e cobertura de gelo do Ártico no mês de fevereiro.
Essa primeira imagem mostra que a cobertura de gelo nesse mês foi a quarta menor desde que começaram as medições por satélite, em 1979. Mas, deixemos o dado anual de lado. Dá só uma olhada na linha que representa a média histórica e no tamanho da queda. 1 milhão de quilômetros quadrados a menos !!!
Média histórica do gelo no ártico em fevereiro
Média histórica do gelo no ártico em fevereiro
A próxima imagem é pra quem acha queo mundo está resfriando, só porque fez um baita frio na Europa e Costa Leste da América do Norte. Ela representa as anomalias (diferenças) nas temperatura medias neste mês de fevereiro, em relação a média histórica. As cores verde, amarelo, laranja e vermelho representam temperaturas mais quentes. O vermelho significa que a temperatura estava no mínimo 12 graus acima do normal. Os tons de azul representam temperaturas mais frias. O azul mais escuro que se vê representa uma temperatura 4 graus mais baixa. Agora meça o tamanho das áreas e as diferenças de temperatura. Na média, fez mais calor ou mais frio? O ponto é que fez mais frio onde tem mais gente, mais tevê para mostrar, mais jornal pra escrever. Ai parece que só esfriou.
Anomalias da temperatura do ar - fevereiro 2009
Anomalias da temperatura do ar - fevereiro 2009

domingo, 11 de abril de 2010

Ah quem diga que ..

 


 • Aquecimento global é jogada de marketing.Estamos entrando num resfriamento global e não o contrário.Os ursos polares não irão desaparecer,o derretimento das geleiras não aumenta o nivel dos mares,o Co2 não controla o clima muito menos o metano lançado na atmosfera pelo homem.O sistema de impostos da NOM é o carbono e copenhague mostrou isso com a criação de um fundo internacional bilhonário pelos países ricos.

Não existe aquecimento global,isso é um embuste dos pilantras do IPCC a mando da ONU para implementar seus fins politicos e financeiros tendo como pano de fundo toda essa farsa.O homem não pode interferir no clima porque o aquecimento do planeta depende de apenas dois fatores principais: o SÓL e os OCEANOS.A Humanidade está sendo manipulada por essa fraude e ainda aplaude quem quer salvar o planeta de algo que não existe. 3 meses atrás.

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Produtos da Amazônia buscam 'selos verdes' para preservar as floresta

Feitas com matéria-prima retirada de áreas de florestas certificadas com "selos verdes", peças de decoração e artesanato saem da Amazônia para serem vendidas em todo o Brasil e no exterior.

Os produtos usam certificações florestais que atestam sua origem ecologicamente correta, como o FSC (Conselho de Manejo Florestal, na sigla em inglês). As iniciativas podem partir de grupos privados ou comunitários. Conheça alguns exemplos:


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Localizada em Manaus, no Amazonas, a Oficina de Lutheria da Amazônia oferece a jovens carentes um curso voltado à fabricação de instrumentos de corda, usando como matéria-prima madeira com certificação florestal. Um cavaquinho pode custar R$ 800. A peça mais cara é o violão, no segundo plano, que sai por R$ 1.600. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Sediada em Rio Branco, no Acre, a Iiba fabrica peças a partir de peças de madeira retirada de florestas certificadas pelo selo FSC. O prato à direita custa cerca de R$ 50 para o consumidor final, e uma tábua de sushi (centro) pode custar R$ 70, por exemplo. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

A Cooperativa de Artefatos Naturais do Rio das Castanhas, localizada no Vale do Jari, no Amapá, reúne um grupo de carpinteiros que fazem artesanato, principalmente pequenos objetos para decoração. As peças são fabricadas com resíduos madeireiros descartados por áreas de manejo do Grupo Orsa, certificadas com o selo FSC. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)


Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Utilizando a fibra da palmeira tucumã, integrantes da Associação de Moradores e Produtores Rurais Extrativistas do Urucureá, no Pará, fabricam peças de artesanato vendidas principalmente em Santarém. Certificadas pelo selo FSC desde 2007, tecem vasos, tigelas e descansos para panela, que custam em média R$ 10. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)

Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia

Fundada em 2005 com apoio da Fundação Orsa, a Associação das Mulheres Mães Artesãs do Vale do Jari, no Amapá, usa sementes e resíduos florestais obtidos a partir de áreas de manejo com certificação. Fabricam principalmente peças para decoração, inspiradas em suas tradições culturais. (Foto: Lucas Frasão / Globo Amazônia)

Estragos provocados pelas chuvas no Norte e Nordeste




O aquecimento global provoca mudanças em todo o sistema climático da Terra. Muitas dessas alterações são perigosas e atingem principalmente as pessoas mais pobres. Elas ficam mais expostas a enchentes, secas, tempestades, furacões, ondas de calor e epidemias

sábado, 10 de abril de 2010

Negociações de clima

Glossário da COP

  • UNFCCC / Convenção de Clima - Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O primeiro passo em direção a um esforço global em prol do clima se deu com a assinatura da Convenção de Clima (UNFCCC no original em inglês - United Nations Framework Convention on Climate Change), na Eco-92 do Rio de Janeiro, entrou em vigor em 1994. Assim foram estabelecidos os alicerces para acordos climáticos posteriores. O documento estabeleceu o princípio das "responsabilidades comuns, porém diferenciadas", que diz que todos países devem reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, porém o esforço daqueles que mais emitiram ao longo da história deverá ser maior.

  • COP - Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Reunião de negociação entre todos os signatários da Convenção de Clima. Em 2009, ocorre a 15ª COP, que acontece dentro da UNFCCC, simultaneamente à MOP, na cidade de Copenhague, na Dinamarca.

  • MOP - Reunião de negociação entre os signatários do Protocolo de Quioto. Como Quioto entrou em vigor em 2005, essa é a 5ª MOP, que acontece dentro da UNFCCC e ao mesmo tempo que a COP.

  • Protocolo de Quioto - É o "braço quantificável" da Convenção. Dentre outras considerações, ele estipula as metas de redução dos países desenvolvidos - 5,2% até 2012, em relação aos níveis de 1990 - e institui os instrumentos de apoio aos esforços de redução das emissões, como o Comércio de Carbono. Finalizado em 1997, ele somente entrou em vigor em 2005 com a entrada da Rússia. Mesmo assim, ainda continuam fora do acordo importantes emissores como os Estados Unidos.

  • Pós 2012 - É o próximo acordo global sobre Clima, que substitui o Protocolo de Quioto. O primeiro período de compromisso vai de 2008 a 2012 e estabelece metas para os países do Anexo I - os desenvolvidos - de 5,2% de redução dos gases de efeito estufa com base nos níveis medidos em 1990.

  • Anexo I - São os países desenvolvidos que possuem metas de redução de emissão de gases de efeito estufa.

  • Não-Anexo I - São os países que não integram o Anexo I. Os países deste grupo e signatários do Protocolo de Quioto não possuem metas de redução, embora precisem montar um plano de ação para a redução interna de suas emissões de gases de efeito estufa e medidas para adaptação perante as futuras alterações climáticas.

  • Anexo B - São os países desenvolvidos signatários da Convenção, mas que não fazem parte do Protocolo de Quioto, como os EUA, por exemplo.

  • GEEs - Gases de Efeito Estufa, os responsáveis pelo efeito estufa. Dentro das negociações internacionais de clima e de projetos de carbono, seis grupos de gases são considerados: dióxido de carbono (CO2), Metano (CH4), Óxido Nitroso (N2O), Hidrofluorcarbonos (HFCs), Perfluorcarbonos (PFCs) e Hexafluoreta de Enxofre (SF6). Para facilitar os cálculos dos impactos climáticos de cada setor, empresa, país ou indivíduo, todos os gases são expressos em termos de CO2-equivalente. É por causa da emissão em excesso desses gases que acontecem as mudanças climáticas.

  • CO2-equivalente - Unidade de medida do impacto das emissões sobre o clima do planeta. Todos os gases são transformados em CO2-equivalente, de acordo com um fator de conversão. Assim, por exemplo, uma tonelada de metano (CH4), por possuir um efeito 21 vezes superior ao dióxido de carbono, equivale a 21 toneladas de CO2-equivalente.

  • LULUCF - Do inglês, Land Use, Land Use Change and Forestry (Uso do Solo, Mudanças no Uso do Solo e Atividades Florestais). As emissões do setor de LULUCF são provenientes das atividades agrícolas, do desmatamento e da degradação do solo. Em 2000, foi responsável por pouco mais de 30% do total das emissões humanas (mais de 12 bilhões de toneladas de CO2-equivalente).

  • REDD - Redução das Emissões oriundas do Desmatamento e Degradação. Reduzir o desmatamento constitui uma das prioridades para a redução das emissões de gases de efeito estufa, não somente por seus benefícios climáticos, como também para outros benefícios sociais e ambientais. Existem diversas propostas de apoio para a redução do desmatamento, dentre elas a proposta brasileira.

  • IPCC - Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima. É uma instituição científica ligada às Nações Unidas que reúne todo o conhecimento científico em relação às mudanças climáticas. O IPCC não faz pesquisa e sim condensa todas as informações coletados pela humanidade sobre as alterações climáticas em três relatórios sobre ciência climática, impactos e soluções.

Biodiversidade: a base de nossas vidas.




 O ano de 2010, Ano da Biodiversidade, é a nossa chance de encarar a verdade em relação à natureza. Precisamos de contabilidade de verdade para assegurar o reconhecimento do valor da biodiversidade, financiamento de verdade para a conservação da natureza e proteção de verdade para os lugares mais ameaçados e importantes da Terra.

Tragédias climáticas no Brasil refletem aquecimento global


Com a elevação do nível do mar em até um metro, a baixada fluminense, no Rio de Janeiro, pode desaparecer. Avaliação é do coordenador do Programa Nacional Rede Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre.
Comissão sobre mudança climática quer mais poder deliberativo sobre as questões que dizem respeito a sua área de atuação. Foto: Luiz Xavier/Agência Câmara
Durante a audiência pública da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas para discutir o Programa Nacional de Mudanças Climáticas, o coordenador do Programa Nacional Rede Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre, disse que as situações extremas do clima, no Brasil e no mundo, já são consequência do aquecimento global. Ele citou as enchentes no norte e no nordeste como efeitos "certos" das alterações do clima no planeta.
As previsões, segundo o especialista, é de que até 2040 a temperatura mundial suba 2°C, mas as tragédias climáticas da atualidade já são reflexo do que vai acontecer com o mundo. "Com e elevação do nível do mar em até um metro, a baixada fluminense, por exemplo, vai desaparecer", afirmou.
De acordo com as observações do Inpe, a região sul do país deve ser atingida por períodos de chuvas cada vez maiores, o que pode causar doenças antes só encontradas na região norte, como a malária. Na Amazônia devem ocorrer mais cheias e grandes áreas devem ser submersas. Para o nordeste, a previsão é de aumento da desertificação, chegando a impossibilitar a vida em muitos estados.
Na avaliação do pesquisador, a dificuldade de adaptação do ser humano às novas condições climáticas e a consequente exposição aos perigos, podem aumentar ainda mais o impacto e a vulnerabilidade humana na Terra. Segundo o especialista, a influência da humanidade no planeta nos últimos séculos tornou-se significativa a ponto de ser considerada uma nova era geológica, denominada antropocentro.
Carlos Nobre explica que a proposta da Rede Clima, criada em 2007, é apresentar um modelo brasileiro do sistema climático global, o que vai permitir um salto na capacidade de oferecer novos cenários para tomadas de decisão no planeta. Ele anunciou também a compra de um supercomputador, avaliado em R$ 25 milhões, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, que vai contribuir com as pesquisas realizadas pelos institutos nacionais de mudanças climáticas.
O coordenador do Inpe disse que a Rede Clima vai apresentar, num período de dois anos, um Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, cujos relatórios vão especificar todos os detalhes das mudanças climáticas no país. "O objetivo é apresentar soluções para que as previsões da ciência possam ser revertidas".
O líder do PSB, deputado Rodrigo Rollemberg, ressaltou que as pesquisas e as políticas públicas são as saídas para encontrar soluções em energias limpas para o Brasil. Segundo o parlamentar, o foco deve ser a redução da mitigação das emissões de gases de efeito estufa e a adaptCação às mudanças climáticas.
Rollemberg salientou que o Brasil deve aproveitar a oportunidade de uma nova economia que deverá emergir da crise econômica e da preocupação da humanidade com as emissões de carbono. "O Brasil pode agregar indústria, pode gerar renda, pode gerar empregos dentro de uma nova concepção de um novo modelo de desenvolvimento chamado economia verde", disse.

quinta-feira, 8 de abril de 2010





É a engenharia voltada para o desenvolvimento econômico sustentável, ou seja, que respeite os limites dos recursos naturais. O engenheiro que atua nessa área desenvolve e aplica tecnologias para proteger o ambiente dos danos causa dos pelas atividades humanas. Sua principal função é preservar a qualidade da água, do ar e do solo. Realiza estudos de impacto ambiental, propondo soluções que visam ao aproveitamento racional dos recursos naturais. Elabora e executa planos, programas e projetos de gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico, tratamento de resíduos e recuperação de áreas contaminada sou degradadas. Pode ocupar-se, ainda, do estudo de várias fontes de energia e da avaliação do potencial energético de uma região.