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Seja como for , a Terra vai prevalecer e com o tempo se recuperar. A Terra tem todo o tempo do mundo e a gente não !

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Sequestro de Carbono : de que forma é calculado quanto gás carbônico uma árvore (ou planta) consome?

- Todas as plantas fazem fotossíntese;
- Pra fazer fotossíntese elas absorvem CO2 atmosférico (gás carbônico);
- O CO2 absorvido passa por reações químicas dentro da planta e sua molécula é quebrada;
- O carbono do CO2 (C) é utilizado (incorporado) para a formação da molécula base glicose;
- A partir da glicose são formados inúmeros outros compostos orgânicos (frutose, sacarose, amido, celulose, etc.);
- Muitos destes compostos passam a fazer parte da estrutura física da planta (tronco, ramos, raízes, folhas, cascas, etc e etc.);
- A estrutura molecular destes compostos é repleta de carbono e este carbono veio do CO2 que a planta tirou do ar; – Então, quando se fala em sequestro de carbono, está se falando da fixação dele nas e pelas plantas, através deste processo;
- Costuma-se chamar a estrutura física de uma planta de matéria seca (se pegarmos uma samambaia, triturarmos e secarmos completamente, o que sobra é a matéria seca);
- Via de regra podemos considerar que na matéria seca da planta está contido muito carbono, fixado nas moléculas carbonadas;
- Uma roseira tem mais folhas e ramos (matéria seca) do que um pezinho de salsinha, por exemplo, logo, a roseira sequestra mais carbono que a salsinha;
- Uma árvore (ex.: pitangueira), por sua vez, tem mais matéria seca que uma roseira, logo, sequestra mais carbono que ela;
- Uma plantinha herbácea que tenha ciclo de vida pequeno (1 ano, por exemplo), acumula uma certa quantidade de matéria seca. Após morrer, cai ao solo e é decomposta. No processo de decomposição é liberado CO2 para o ar, como subproduto. Assim o carbono que estava fixado volta novamente para a atmosfera;
- Uma plantinha herbácea perene (tempo de vida longo) mantém os carbonos fixados em sua matéria seca por todo seu tempo de vida.
- Comparando plantas de mesmo porte, podemos dizer que as que vivem mais mantém o carbono sequestrado por mais tempo;
- De um modo geral, pode-se dizer que plantas maiores sequestram mais carbono que plantas menores, plantas que vivem mais mantém o carbono sequestrado por mais tempo e plantas que acumulam mais matéria seca sequestram mais carbono que plantas que acumulam menos matéria seca;
- Cálculos de sequestro de carbono por árvores são baseados em médias, já que há milhares de árvores diferentes, com diferentes taxas de produção de matéria seca (troncos mais grossos, troncos mais finos, madeiras pesadas, madeiras leves, folhas grandes, folhas pequenas, muitas folhas, poucas folhas, etc., etc. e etc.);
- Por fim, todas as plantas (do musguinho à sequóia) sequestram carbono, umas mais, outras menos .

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O tempo deve estar louco

tempo louco


O clima já não é mais o mesmo dos nossos pais. foto: Marco Pozzana

Pergunte aos mais velhos se o tempo era assim antigamente. Provavelmente dirão que não.
O homem moderno alterou drasticamente o nosso sagrado meio ambiente. Este frágil equilíbrio conquistado depois de milhões de anos de evolução foi perturbado e o futuro da vida inteligente na Terra está em cheque.
O Aquecimento Global é facilmente comprovado pelas plantas que florescem em pleno inverno. A primavera tem se antecipado em diversas partes do mundo. O fenômeno pode ser sentido não só nos termômetros e nas plantas mas na nossa própria pele. Para piorar este cenário quente, as tempestades estão ficando mais fortes e imprevisíveis.
Se você acha que o que estão falando sobre as mudanças climáticas é exagero, abra os olhos. O clima já mudou bastante, mas pode ficar muito pior...

Cuidado ! Respirar nas cidades pode matar

poluição do ar

Já pensou em morar no campo? Se não, é bom reconsiderar. foto: M Moscatelli

A poluição do ar resulta da emissão de gases poluentes ou de partículas sólidas na atmosfera. Neste cenário, os automóveis poluem mais do que as indústrias.

Os números de mortos em decorrência de doenças respiratórias causadas pela poluição do ar impressionam. São milhares de mortos anualmente devido a doenças como asma, rinite alérgica, bronquite crônica, infecções nos pulmões, enfisema pulmonar, doenças do coração e até câncer do pulmão, entre outros males. Pobres, crianças e idosos são as maiores vítimas.

A poluição gerada nas cidades de hoje é resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. Por isso, é muito importante que você pense em adotar meios de transporte menos poluentes, como a bicicleta ou metrô. O planeta agradece! Sua saúde também.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Aquecimento global vai custar o dobro

Os governos vão gastar no mínimo 2% do PIB mundial no combate às mudanças climáticas. O aumento do número de secas, furacões e inundações serão as principais causas dessas perdas financeiras. O anúncio foi feito por Nicolas Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial. Ele foi o autor de um estudo encomendado pelo governo inglês sobre as conseqüências das mudanças climáticas na economia global. Em 2006, quando o relatório foi publicado, empresas e governos de países industrializados ficaram alarmados com a possibilidade de gastar 1% do PIB mundial por causa das alterações no clima do planeta. Na quarta-feira Stern fez um alerta pior. Em uma entrevista ao jornal inglês The Guardian, ele afirmou que os gastos mínimos com o aquecimento global vão representar o dobro do previsto no relatório de dois anos atrás.

A aceleração dos efeitos das mudanças climáticas foi a justificativa para a mudança nas estimativas. A falta de cumprimento das metas de redução das emissões de gases que causam o aquecimento global seria a principal causa dessa aceleração.

Stern tambem propôs uma solução drástica. Os EUA e o Reino Unido devem cortar 80% de suas emissões até 2050. Fato improvável em uma realidade onde as nações ricas não conseguem reduzir nem 5% das emissões acordados na Conferência Mundial do Clima. Para tentar contornar o problema, políticos ingleses divulgaram que pretendem criar um novo imposto ambiental. O foco deve ser os combustíveis fósseis – gasolina e diesel – usados para abastecer veículos. Uma má notícia para um momento de alto no preço do petróleo.

O que é o Efeito Estufa ?

Poluição: Principal causa do efeito estufa e do aquecimento global.

Efeito estufa é o aquecimento gradual do planeta provocado pelo acúmulo de certos gases na atmosfera, principalmente dióxido de carbono ou gás carbônico (CO2). Os gases à base de carbono são conhecidos como gases estufa.
O efeito estufa tem um lado bom. A camada de gases em torno da Terra serve para manter a temperatura do planeta nos limites adequados para a vida. Sem essa "manta" que retém o calor, a atmosfera seria cerca de 18 graus Celcius mais fria.
O aspecto negativo do efeito estufa está relacionado à ação do homem. A atmosfera da Terra formou-se lentamente, em bilhões de ano. De repente, em poucas décadas, a grande produção de gases estufa pelo homem ameaça alterar seu equilíbrio, tornando-a cada vez mais espessa, o que resultaria na retenção de mais calor sobre a superfície da Terra.
Não há dúvida sobre o papel dos gases no aquecimento global. Mas ainda há discussões sobre o verdadeiro papel do dióxido de carbono emitido por atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão) e a fumaça das queimadas.
Foi provado o aumento da temperatura média do planeta nos últimos anos. Também já foi mostrado o aumento da emissão de gases estufa por atividades humanas. Mas não se estabeleceu ainda um clara relação de causa e efeito entre esses dois fatos. O aumento da temperatura poderia ser uma oscilação natural do planeta.
Estuda-se também o papel dos oceanos. Eles cobrem três quartos da superfície do planeta. Grande parte do carbono é produzido nos oceanos através do fitoplâncton, minúsculos organismos vegetais. Qual a verdadeira capacidade de o mar servir de "depósito " de carbono? É mais um tema em discussão.
Mesmo com tantas incertezas, é melhor tomar medidas de redução dos gases estufa antes que seja tarde.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Cola-Cola monta estação de reciclagem no Expresso 2222

Adesivo_Coca_entrada_-_alterado_2Fev2010_-_APROVADO

A Coca-Cola estará presente no carnaval de Salvador no Camarote Expresso 2222, adotando, na prática o conceito do Viva Positivamente, plataforma de desenvolvimento sustentável do sistema Coca-Cola.
De olho no retorno de imagem com as exposições das marcas Coca-Cola e cerveja Sol, a Norsa, franqueada e distribuidora do portfólio da Coca-Cola na Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, fechou a cota de patrocínio e vai desenvolver ações ambientais no Camarote Expresso 2222 cujo tema é Transformação. O cuidado com o meio ambiente vai desde a confecção dos brindes passando pela decoração, segregação de resíduos e parceria com a CAEC, cooperativa dos agentes ecológicos de Canabrava.O camarote vai ter educadores ambientais, ação patrocinada pela Braskem, que apoiarão e ensinarão os convidados a participarem do processo de gestão de resíduos após o consumo.
Já a Coca-Cola e o Expresso 2222 montaram a Estação de Reciclagem para que as embalagens já saiam do local separadas e armazenadas em coletores, facilitando o transporte e a revenda deste material. A CAEC, cooperativa dos agentes ecológicos de Canabrava, reúne ex-catadores do lixão de Canabrava e será responsável pela triagem e armazenamento, transformando o resíduo em renda.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Temperatura de 400°C na Jordânia .

No dia 06 de fevereiro um estranho fenômeno chamou a atenção do mundo todo: uma região da Jordânia teve sua temperatura elevada a 400°C.
O fenômeno só foi percebido quando algumas ovelhas que pastavam pelos arredores foram até a área. Segundo os pastores, os animais foram completamente queimados e desapareceram.
Bahjat Adwan, chefe da associação de geólogos da Jordânia, descartou a possibilidade de qualquer atividade sístima ou vulcânica e Maher Hijazin, diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, afirmou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado sob a superfície do local, provocando o elevado aumento de demperatura.
' Um dia para se sentir super-héroi da natureza '

Biocombustíveis: uma solução ou um novo problema

Ambiente - 07-03-2008 - 16:10
©BELGA/MAXPPP/Thierry Gachon

"Há alguns anos, os biocombustíveis eram considerados como a solução para o aquecimento global. Actualmente, há quem diga que não são a solução, mas sim uma parte do problema". Foi com estas palavras que a eurodeputada neerlandesa Dorette Corbey descreveu a evolução das opiniões sobre os combustíveis produzidos à base de vegetais. Os biocombustíveis são um progresso ou uma ameaça? No dia 4 de Março, o PE organizou uma audição sobre o tema.

As economias e estilos de vida actuais baseiam-se no petróleo e no gás, dois recursos esgotáveis cada vez mais caros.
O que são os biocombustíveis?
Os biocombustíveis são produzidos à base de plantas energéticas, como é o caso do milho, dos cereais, das beterrabas açucareiras e das plantas oleaginosas. Os mais utilizados são o biodiesel, fabricado a partir de soja ou de colza, o bioetanol, produzido à base de milho ou de beterraba, e os óleos vegetais puros. Essencialmente utilizados no sector dos transportes, os biocombustíveis podem ser utilizados puros em motores adaptados para o efeito, ou misturados com diesel ou com gasolina.
As vantagens
Além de permitirem reduzir a dependência energética em relação aos combustíveis fósseis, os biocombustíveis são produzidos a partir de plantas que absorvem CO2 e permitem a produção de combustíveis que não emitem gases com efeito de estufa, os principais responsáveis pelo aquecimento global. Esta característica dos biocombustíveis fez com que, em Março de 2007, os Estados-Membros da UE reunidos em Conselho adoptassem um objectivo vinculativo de utilização de, pelo menos, 10% de biocombustíveis, nos combustíveis utilizados no sector dos transportes, até 2020.
As desvantagens
Apesar das vantagens apontadas, a utilização de biocombustíveis é um tema controverso. Em primeiro lugar, porque a produção de biocombustíveis consome muita energia e baseia-se em culturas intensivas, que produzem um gás com efeito de estufa, o óxido de azoto, que também tem efeitos no aquecimento global. Além disso, muitas das terras utilizadas para o cultivo das plantas eram anteriormente regiões com grande capacidade de absorção de CO2, como é o caso das florestas tropicais. Para ter uma ideia da extensão e do impacto dos efeitos perversos dos biocombustíveis, basta analisar a desflorestação da América Central e da Ásia. Outras desvantagens apontadas dizem respeito à poluição provocada pelas culturas intensivas, ao elevado consumo de água e à perda da diversidade biológica e dos habitats alimentares. Existe ainda o receio de que a utilização das culturas para produção de biocombustíveis venha a provocar a falta e o consequente aumento do preço dos produtos agro-alimentares.
Uma grande diferença nas emissões relativamente aos combustíveis tradicionais?
Durante a audição realizada no Parlamento Europeu, os peritos levantaram uma questão muito precisa: será a diferença dos níveis de emissão de gases com efeitos de estufa entre os biocombustíveis e os combustíveis tradicionais suficientemente elevada para justificar o apoio público? Apesar de a Comissão Europeia ter indicado que uma redução de 30% das emissões seria suficiente para validar o interesse dos biocombustíveis, no relatório da eurodeputada Dorette Corbey, os membros da comissão parlamentar do Ambiente indicam que essa percentagem deveria ser, no mínimo, de 50%.
O impacto ambiental
Como garantir que o cultivo das terras para produção de biocombustíveis não terá efeitos nefastos para o meio ambiente? A maioria dos participantes concorda que "tudo depende de uma boa cultura, de um bom local e do volume de produção". Apesar dos efeitos nefastos apontados relativamente aos biocombustíveis, Dorette Corbey considera que "ainda há esperança em relação aos biocombustíveis, mas é necessário distinguir entre os que são positivos e os que são negativos ". O seu relatório será debatido em plenário, no âmbito da revisão da directiva sobre qualidade dos combustíveis.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Nós somos os culpados pelas enchentes!

Destruímos o rio Tietê e agora culpamos a natureza? Parece até brincadeira, porém muitos acreditam que as cheias que assolam São Paulo são culpa da natureza. “É um problema que, em grande medida, está na natureza. Uma calamidade como a de ontem (terça) nós temos de rezar para que não se repita”, disse José Serra, governador de São Paulo, no dia seguinte da população enfrentar mortes, engarrafamentos e muitos prejuízos causado pelas chuvas. Serra tem razão quando afirma que os 62,6 mm de água que caíram sobre a cidade são resultado dos ciclos naturais. Porém, o governador errou ao dizer que a cidade alagou por causa da natureza. As enxurradas, os deslizamentos e as inundações têm um só culpado: o homem.
O desprezo pelo rio Tietê é a principal fonte dessa culpa. Dragar, retificar o seu curso, desmatar e asfaltar as suas margens com “impermeabilização” para automóveis trafegarem em alta velocidade são apenas alguns dos erros que a população aceitou que fossem cometidos contra o rio Tietê. É desagradável admitir, mas votamos em políticos que fizeram essas escolhas, ou pior, simplesmente aceitamos que centenas de obras e muitas indústrias transformassem o Tietê em esgoto puro. E o pior, um processo cujo início não está muito distante de nossas memórias.
PARE  E  PENSE  BEM!

MEIO AMBIENTE – Ecologia


  • O mundo perdeu metade de suas áreas inundáveis - responsáveis pela boa qualidade da água e alta biodiversidade - no último século.
  • A extração de madeira e a conversão em áreas agrícolas já consumiu metade das florestas mundiais.
  • O desmatamento nos trópicos supera os 130 mil km2 anuais.
  • Cerca de 9% das espécies de árvore estão ameaçadas de extinção.
  • Aproximadamente 70% dos principais estoques pesqueiros marinhos são superexplorados ou estão no seu limite biológico.
  • O ritmo de crescimento da pesca está 40% acima do que os oceanos podem sustentar.
  • Praticamente todas as terras numa margem de 100 km da zonas costeiras foram de alguma forma alteradas para uso agrícola ou urbano, produzindo impactos ambientais negativos.
  • A degradação dos solos já afetou dois terços das terras agricultáveis, nos últimos 50 anos.
  • Cerca de 30% das florestas originais do mundo foram transformadas em áreas agrícolas.
  • Barragens, canais e desvios fragmentam quase 60% dos maiores rios mundiais.
  • Cerca de 20% dos peixes de água doce estão extintos ou ameaçados.
  • Em torno de 500 milhões de hectares de savanas, campos e florestas abertas da zona tropical e sub-tropical queimam todos os anos.
  • Desde 1980, a economia global já triplicou e a população cresceu 30%, alcançando 6 bilhões de pessoas.
  • Mais de 2,3 bilhões de pessoas convivem com a escassez de água potável.

Como o vento pode alimentar a China (e salvar o clima da Terra)


A China, hoje a maior emissora de gases responsáveis pelo aquecimento global, está caminhando rapidamente para reduzir seu impacto ambiental. Nos últimos cinco anos, o país dobrou anualmente sua capacidade instalada de gerar energia a partir do vento (com parques eólicos). E isso não tem um potencial pequeno. Segundo um novo estudo feito por pesquisadores de Harvard, nos EUA, e da Universidade Tsinghua, de Pequim, a China pode atender toda a sua demanda de eletricidade só com o poder dos ventos até 2030.
Os pesquisadores fizeram estimativas considerando as projeções econômicas de crescimento do país. Também avaliaram o potencial meteorológico e a disponibilidade de ventos constantes. No mapeamento do potencial eólico, excluíram as áreas urbanas e os terrenos impraticáveis. Igualmente, avaliaram o custo do investimento em eólicas. Descobriram que, em várias áreas do país, é possível gerar energia dos ventos a algo entre 6 e 8 centavos de dólar por killowat hora (kWh). Isso significaria a geração lucrativa de 9,96 trilhões de kWh. Essa energia é o dobro da demanda atual da China. Mas é o que se espera que seja o consumo em 2030.
São ótimas perspectivas para um país que hoje depende da queima de carvão mineral (o combustível mais poluente de todos) para gerar a maior parte de sua eletricidade. A passagem para energia eólica vai exigir um investimento pesado em infraestrutura de transmissão elétrica para ligar os grandes centros de consumo aos terrenos com maior potencial de geração, situados no norte e no oeste do país. Mas, se os pesquisadores estiverem certos, é uma forma economicamente viável de evitar que o desenvolvimento do país mais populoso do mundo acabe com o clima da Terra.
Também pode ser um exemplo para o Brasil, que descansa sobre sua bem sucedida política de álcool e esquece outros problemas, como a dependência no transporte de caminhão a diesel para cargas. Além disso, o Brasil tem uma das maiores empresas produtoras de cataventos eólicos, um potencial imenso, mas praticamente não investe nessa opção. E agora sonha com uma economia movida a petróleo do pré-sal, mas não tem planos para usar parte dos lucros para investir em fontes energéticas mais limpas, e com futuro mais longo.

Contagem regressiva para salvar o clima da Terra.


Uma coalizão de ONGs internacionais e brasileiras montou o movimento TicTacTicTac. É uma força para lembrar as pessoas que faltam dois meses para a conferência da ONU na Dinamarca, onde 192 países tentarão um acordo para salvar o clima da Terra. O movimento ganhou hoje o apoio de três das maiores redes de cinema do mercado brasileiro: Cinemark, UCI e Rain. Com isso, o filme Adaptação (acima), assinado pela Y&R, em parceria com as produtoras Tribbo Post e Somzera, será exibido em mais de 300 salas, distribuídas em todo o país.
Enquanto vocês não vão ao cinema, curtam as imagens acima.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Energias Renováveis

Por que no Ártico a temperatura aumentou ?

 
Existe uma área de alta pressão sobre o Ártico. Normalmente, essas áreas com pressões de ar diferentes deveriam se deslocar e se misturar. Em vez disso, elas continuaram paradas. Nem toda a extensão dessa onda de calor é atribuível ao aquecimento global, mas ela reduz a quantidade de gelo do Ártico e contribui para o fenômeno. Isso ocorre porque menos gelo significa meno luz sendo refletida de volta ao espaço e , como consequência, mais calor é retido.

Globalização .

O crescimento continua sendo foco de muitas corporações e governos que esgotam o meio ambiente por lucros econômicos .
 
O problema é fundamentalmente um problema cultural.



COMSUMO DE FORMA ERRADA  - mantém a economia global ;
é preciso mudar o objeto de desejo para poder chegar a raíz do problema.










A Última Hora

titulo original: (The 11th Hour)
lançamento: 2007 (EUA)
direção: Nadia Conners , Leila Conners Petersen
atores: Leonardo DiCaprio , Kenny Ausubel , Janine Benyus , Sylvia Earle , Gloria Flora
duração: 95 min
gênero: Documentário
status: arquivado

Sinopse:

Causadas pela própria humanidade, enchentes, furacões e uma série de tragédias assolam o planeta cotidianamente. O documentário mostra como a Terra chegou nesse ponto: de que forma o ecossistema tem sido destruído e, principalmente, o que é possível fazer para reverter este quadro. Entrevistas com mais de 50 renomados cientistas, pensadores e líderes ajudam a esclarecer estas importantes questões e a indicar as alternativas ainda possíveis.

Vozes do Clima: Mudanças climáticas atingem cidades brasileiras.

 
'  E a loucura finge que isso tudo é normal , eu finjo ter paciência '

Aquecimento Global - Ficção x Realidade

Por Marcos Tadao Mendes Murassawa

O filme "O dia depois de amanhã", megaprodução hollywoodiana mostra a fúria do meio ambiente em resposta a todo o mal causado pelo ser humano. Chuvas de granizo do tamanho de uma bola de boliche, tornados engolindo prédios, o mar invadindo a cidade e um frio de menos 100°C. Como em vários filmes existem efeitos especiais exagerados, mas mesmo assim o filme passa uma imagem verdadeira - o aquecimento global no nosso mundo é preocupante podendo causar a devastação do ser humano.
Nos últimos meses, vimos no Sul do País ciclones que a princípio pareciam inofensivos, sendo que o homem desprezando este acontecimento não tomou as medidas cabíveis, resultando na destruição de lares e desaparecimento de pessoas. Já na Europa observamos o verão incandescente que resultou na morte de várias pessoas bem como a queima de várias florestas.
Recentemente em contramão a todos os cuidados com a natureza, o Brasil assinou um contrato para a construção de uma Usina de carvão mineral em Cachoeira do Sul/RS e um acordo com a China a respeito da Indústria Nuclear Nacional.
Assim vemos que mesmo com os excessos mostrados no filme "O dia depois de amanhã", o mundo caminha para uma tragédia que pode ser evitada, mas que não é face a ganância do ser humano em apenas lucrar com os recursos naturais sem repor ao meio ambiente.

A menina que calou o mundo em 5 minutos.