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quarta-feira, 3 de março de 2010

Aqualta mostra as grandes metrópoles em futuro de Aquecimento Global

Com o Aquecimento global em alta, cresce a apreensão quando a ameaça se volta principalmente para grandes metrópoles como Londres, Nova York e Tóquio. Pensando nisso os designers do Estúdio Lindfors criaram um projeto, batizado de Aqualta, que consiste em ilustrações de Nova York e de Tóquio em um cenário de aquecimento global, hidrologicamente transformado.
O projeto foi lançado no final de 2009 e repercutiu em diversos sites e publicações especializadas, que reproduziram as cenas impensáveis nos dias de hoje.
As imagens mostram gôndolas atravessando a Times Square, crianças pescando em cima dos bancos de cascalho que se acumularam ao lado de arranha-céus inundados e uma rede aérea de balões. Outras figuras exibem passarelas de pedestres e carros que substituem o asfalto coberto pelo mar, passagens de cabo que atravessam a cidade alagada e avenidas inteiras servindo de área de lazer para banhistas.
As imagens caprichadas além de alertarem para o problema das mudanças climáticas, mostram também nas pessoas retratadas uma despreocupação com os transtornos causados pela invasão do mar.
“As imagens são um olhar sobre a adaptação à subida da água, em vez da luta ou resistência a ela”, diz o designer do Estúdio Lindfors, Gretchen Stump.

Gás carbônico

Gás carbônico

O dióxido de carbono (CO2) é o "gás do efeito estufa" que mais preocupa. Uma quantidade limitada de carbono é encontrada em combustíveis fósseis, no mar, em seres vivos e na atmosfera.

Sem a influência humana, a transferência entre esses depósitos sempre foi balanceada - por exemplo, as plantas absorvem o gás carbônico durante a fotossíntese, e emitem quando se decompõem.

Mas com atividades humanas como o desmatamento e a queima de combustível fóssil, uma quantidade extra de gás carbônico é emitida, aumentando o efeito estufa.

 

Corrente do Golfo

Corrente do Golfo

1. As correntes de superfície carregam a água quente e salgada dos trópicos.

2. A água fria dos pólos desce ao fundo do oceano.

3. Esta água fria volta ao equador, formando, assim, um ciclo contínuo: dos pólos ao equador a água é fria e pesada, e do equador aos pólos, ela é quente e superficial. Por esse processo, a Corrente do Golfo aquece o norte da Europa.

4. A água proveniente do derretimento do gelo dilui a água quente e salgada vinda dos trópicos.

5. A água se torna menos densa e não afunda rapidamente, prejudicando o ciclo e, conseqüentemente, a Corrente do Golfo.

Mudanças dramáticas de temperatura aconteceram no passado, grande parte delas devido a transformações na maioria das correntes marinhas.

Um "ciclo contínuo" do oceano ajuda a transportar calor ao redor do globo pelos movimentos profundos e de superfície da água.

Cientistas estão analisando se o aquecimento global poderia diminuir ou acabar com esse ciclo - um fator considerado de "baixa probabilidade, mas de grande impacto".

Isso poderia interromper a maioria das correntes de superfície, movidas pelo vento, como a Corrente do Golfo.

 

Efeitos 'feedback'

Efeitos 'feedback'


1. Superfície coberta de gelo reflete fortemente a radiação solar.

2. À medida que um pouco de gelo derrete, menos radiação solar é refletida.

3. Isso provoca mais aquecimento, o que faz com que mais gelo derreta.

4. A camada de gelo é reduzida, o que faz com que a formação de novas camadas seja cada vez mais difícil.

O aquecimento vai provocar alguns processos que vão ampliar ainda mais o aquecimento (feedback positivo), e outros que vão reduzir esse efeito (feedback negativo).

O equilíbrio entre esses feedbacks ainda é incerto nas previsões climáticas.

Por exemplo, como mostra a imagem acima, a diminuição da camada de gelo pode significar que as terras expostas absorvam mais energia e acelerem o aquecimento da atmosfera.

Por outro lado, a absorção de gás carbônico pelas plantas deve aumentar com o aumento da temperatura, o que pode de alguma maneira agir contra o processo de aquecimento.